Olá queridos seguidores, estamos aqui para falar da “tendência” do momento: o amor.
Sinceramente, levamos muita fé naquela história que o amor é uma desculpa para perpetuar a espécie humana, mas, lá no fundo, sabemos que não é. Será que não inventaram essa explicação biológica para justificar a luxúria e a vulgaridade dos tempos atuais que está tão desenfreada? Por isso estamos aqui para falar dessa mania de dizer 'Eu te amo' ou 'Você é o amor da minha vida' e por aí afim, como se fosse um bom-dia ou qualquer outro cumprimento. Acreditamos plenamente que está havendo uma banalização deste sentimento tão belo e complexo. Há menos, é claro, que atacou a enxaqueca do Cupido e ele decidiu assaltar o nosso “depósito”. Cupido, o comprimido branco embaixo do colchão NÃO É analgésico.
A criatura fica com alguém em um dia e no dia seguinte o ser já é a sua 'alma gêmea'!?! E aquilo do amor vir com o tempo?? E aquilo do amor vir com o tempo, com conhecimento e admiração mútuos?? Vai ver esse conceito foi dar uma volta e esqueceu de voltar. (¬¬')
As pessoas ainda confundem esse nobre sentimento com simples necessidades hormonais e, quando “rompem” um suposto relacionamento, acham que suas vidas acabaram e que jamais “amarão” novamente. Ok, hora de visitar o psicólogo.... Obsessão vá lá..... Porém, obsessão e depressão não dá!!!! Sinceramente? Humanos ditos “racionais” são confusos e complicados....
Talvez (e ressaltamos, só TALVEZ) estejamos sendo muito cruéis na nossa avaliação. Tá legal, às vezes (muito às vezes) possa acontecer que uma pessoa realmente se apaixone por outra, mas, por Afrodite! Alguém me explique como as pessoas “amam” sem conhecer??
E não é o conhecer de saber a cor favorita, a comida favorita, e tantas outras banalidades (bem, não tão banais assim), é o conhecer de saber quando o amado(a) só precisa de alguém para lhe segurar a mão, quando o outro(a) só precisa de alguém que o faça rir sem motivo, é conhecer aqueles gestos, olhares, brincadeiras (besteiras em resumo) que só fazem sentido para ambos.
Conhecer os momentos especiais e não a marca de roupa favorita.
Conhecer os momentos especiais e não a marca de roupa favorita.
Será que o povo não percebe que falar 'Eu te amo' de forma leviana pode machucar tanto quanto um fora mais grosseiro? Um coração partido ainda é um coração partido, mas, o tempo pode curar as feridas, porém, sempre restam as cicatrizes e às vezes elas doem mais que os próprios machucados. Afinal, por melhor que seja a pessoa, é impossível não se sentir “violado” quando não há verdadeiros sentimentos e o romper de laços vai acontecer, cedo ou tarde e, querendo ou não, vamos magoar essa pessoa.
É nessas horas que devemos lembrar de algo muito importante: Amar... Mas, não por obrigação. Quem nunca passou por isso? Repararam que, quando optamos pelo “estar sozinho”, o mundo parece cair sobre nossas cabeças? Céus, qual o problema em estar sozinho? Seja para refletir, para se “recuperar” de um acontecimento ruim ou simplesmente por vontade? Até por que, solteiro não é solitário.
O problema maior, talvez sejam as outras pessoas. Quando elas te veem sem ninguém começam a olhar estranho, como se tivéssemos algum problema ou precisássemos de ajuda. Então, nasce um vazio em nós que antes não existia e começamos a querer alguém para estar conosco.... Mas, PORRA!!! Amar não é um rostinho bonitinho para exibir ao mundo!!! Amar é seu próprio mundo. É admirar as qualidades e sorrir com os defeitos, é querer melhorar para alguém e querer que este alguém melhore também, é querer fazer alguém feliz acima de si próprio, mesmo que jamais receba um agradecimento sequer...
Amar, não porque temos que amar, mas porque sentimos e queremos amar.
"Afinal o amor entre duas pessoas é importante pelos simples momentos inesquecíveis e não por fogos de artifícios diários baratos que enjoam"
Espero que o negócio lhe sirva caro leitor.